
O longa-metragem Barravento (1962), de Glauber Rocha, faz parte do boom cinematográfico local assinado por Ciclo Baiano de Cinema.
Pois é, esse filme, primeiro longa de nosso cineasta de maior reconhecimento nacional e internacional, completa neste ano 45 verões de sua estréia nos circuitos cinematográficos... não custa lembrar isso a nossa memória fugidia.
A memória é o instrumento que nos faz caminhar à frente. A falta dela dá força às teorias de que na Bahia não se fez, não se faz e muito menos se fará cinema - negação de uma história que existe e recente-se de reflexões desmistificadoras. Setaro escreveu o texto abaixo, achei interessante colocar aqui... devorem!
Setaro's Blog: Barravento e o cinema baiano
Pois é, esse filme, primeiro longa de nosso cineasta de maior reconhecimento nacional e internacional, completa neste ano 45 verões de sua estréia nos circuitos cinematográficos... não custa lembrar isso a nossa memória fugidia.
A memória é o instrumento que nos faz caminhar à frente. A falta dela dá força às teorias de que na Bahia não se fez, não se faz e muito menos se fará cinema - negação de uma história que existe e recente-se de reflexões desmistificadoras. Setaro escreveu o texto abaixo, achei interessante colocar aqui... devorem!
Setaro's Blog: Barravento e o cinema baiano
3 comentários:
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netting
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